TIC devem ser prioridade dos governos
Os governos mundiais devem ter dois desafios para não perderem a “corrida” da implementação e aproveitamento das TIC enquanto motores do desenvolvimento: envolver os mais novos na modernização administrativa e unificar as bases de dados. Esta é, pelo menos, a tese que Guido Bertucci, diretor-executivo da International Governance Solutions (IGS), defendeu na conferência “O Futuro do Governo Electrónico”, organizada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) do Brasil.
Para Guido Bertucci, citado pelo MCT, “primeiro é preciso mudar a cultura hierárquica dentro das instituições. Quem ocupa um cargo mais elevado precisa entender que os mais jovens têm muito a contribuir. A participação de todos os funcionários e da população é fundamental”. Segundo o responsável, o governo deve adoptar uma postura de impulsionador do desenvolvimento da sociedade, dando o exemplo e facilitando os processos.
A unificação das bases de dados dos governos, e em especial o brasileiro, pelo simples facto da separação entre os diversos serviços do Estado funcionarem como barreira para a relação entre este e os seus cidadãos.
Por outro lado, defende o director do IGS, os governos devem também apostar na criação de aplicações informáticas. “O desenvolvimento de ferramentas, principalmente para celulares smartphones, é um mercado promissor. Dominar esse conhecimento e torná-lo público pode impulsionar um País”, afirmou na conferência.
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