Como usar as cores para criar impacto
Uma grande parte das empresas continua a pensar que as cores utilizadas nos seus documentos têm um fim puramente estético – mas a aparência é o menos importante para se conseguir impressionar os clientes. Estejam as pessoas conscientes disso ou não, escolham ou não as cores mais funcionais, não é possível fugir à psicologia das cores, que é a ferramenta mais poderosa da comunicação e que deriva dos nossos instintos mais profundos.
As cores podem ser utilizadas para influenciar respostas, por exemplo quando se pretende tranquilizar os clientes utiliza-se o verde, se por outro lado o objectivo é instigar acção, o vermelho será a cor certa.
É um facto cientifico que o ser humano não responde somente a uma cor, mas a todas as cores que visualiza, não existem cores más somente más combinações de cores.
Um dos erros mais comuns nas empresas é não dar importância à cor quando produzem folhetos promocionais. Para qualquer projecto de design o logotipo e as cores da empresas devem ser o ponto de partida. É importante analisar todas as cores que se pretendem utilizar conjuntamente com o logotipo com o objectivo de se conseguir reforçar os valores da organização. Enquanto se apostar na harmonia global das cores não se corre o risco de contradizer a mensagem que a empresa transmite através das cores.
Reacção às cores
A cor trabalha essencialmente em dois níveis. No primeiro nível, cada uma das principais 11 cores (vermelho, azul, verde, amarelo, cor-de-laranja, púrpura, cor-de-rosa, castanho, cinzento, preto e branco) têm um reconhecimento e efeito universal, que pode ser positivo ou negativo. Num segundo nível, o que importa é a utilização das cores.
Existem evidências que sugerem que adicionar vermelho às facturas reduz o tempo de pagamento entre 30 a 80 porcento. E que a utilização de cores em documentos gerais da empresa potenciam uma resposta superior, cerca de 70%, em relação a documentos a preto e branco. A razão desta discrepância depende da utilização das cores. Utilizar somente vermelho e amarelo em documentos a preto e branco, não tendo em conta o tom exacto do vermelho e amarelo em relação ao preto e branco, ou a quantidade de cor que é usada, vai diminuir substancialmente o efeito pretendido. Usar cores só por usar revela-se na maior parte das vezes contraproducente.
Questione os seus pressupostos
O maior pressuposto que as empresas fazem em comunicação é que o branco e preto é uma dado adquirido. A maioria das organizações acredita que o branco e preto são neutros, mas a verdade é que nenhuma cor é inteiramente neutra porque possuem a sua própria mensagem. Por exemplo, acrescentar preto num documento pode revelar-se prejudicial na combinação das cores. Mesmo o verde deve ser utilizado no tom exacto ou terá no conjunto um efeito negativo, para além do facto de não conseguir comunicar nada por si só. Talvez, porque tradicionalmente as pessoas iniciaram o processo de criação com lápis e papel, escrita preta sobre uma superfície branca.
A questão é que o preto e o branco podem ser cores frias, rudes e ausentes de compromisso, por isso a forma mais eficaz de as suavizar é introduzir a cor certa no tom exacto.
Conclusão
A cor é o primeiro estimulo a que as pessoas respondem, consciente ou inconscientemente, quando recebem um documento. Se o impacto inicial é negativo todos os outros factores do design, tipografia, layout, entre outros, têm de ser muito mais elaborados para poder criar impacto e passar a mensagem da organização.
Com os desenvolvimentos tecnológicos mais recentes não existem desculpas para se ignorar a ferramenta mais eficaz e poderosa do marketing e da comunicação – a cor.
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OKI Systems Ibérica S.A. – Suc. Portugal
Perfil Institucional
Fundada no Japão em 1881, a OKI conta com mais de 20.400 colaboradores em 120 países. Presente em Espanha desde 1994 e em Portugal desde 1995, comercializa todo o tipo de produtos informáticos e de comunicações com grande sucesso como demonstra o crescimento de facturação obtido, tendo passado de 0,9 milhões de Euros no seu primeiro ano para os 204,3 milhões de Euros em 2006.
A OKI Systems Ibérica foi criada na Península Ibérica em 1994 como filial directa da OKI Europe Ltd. Desde então a OKI Systems Ibérica evidenciou um forte crescimento vertiginoso, com o objectivo principal de prestar um melhor serviço aos seus clientes, antecipando-se às necessidades dum mercado em permanente evolução.
Oferta
A OKI Printing Solutions oferece um portfolio de produtos especificamente desenhados para dar resposta às necessidades dos utilizadores profissionais. Em Portugal, a empresa comercializa cinco segmentos de gamas de produto: Impressoras Matriciais, Impressoras Laser Digital LED Cor e Monocromo, Faxes, e Equipamentos Multifuncionais.
Clientes de Referência
Alguns Sectores: Ministério da Administração Interna, Segurança Social, Ministério da Saúde, Ministério da Cultura, Ministério da Justiça, Sectores da Banca & Seguros e Indústria & Serviços.
Responsáveis
Carlos Sousa
Director Geral da OKI Systems Ibérica em Portugal
Nuno Igrejas
Director Comercial da OKI Systems Ibérica em Portugal
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